A pedra é a mesma.
O que muda é o jeito de vender.
Mês passado uma chapa foi vendida pela internet, com o cliente decidindo pela foto, sem pisar no galpão. Veja o que isso pode fazer pela PR Granitos.
Pedra boa vendida no talão e no WhatsApp.
O comprador precisa ir até a pedra. E o que não tem a cara do cliente da semana fica parado, virando dinheiro congelado no estoque.
Não falta pedra. Não falta cliente.
Falta o canal que liga uma coisa na outra.
Grande, e vazio de tecnologia.
O setor inteiro ainda vende no caderno. Quem chegar primeiro com a vitrine certa não pega um pedaço do mercado. Pega o mercado.
Não é projeto. Já está rodando.
Cada chapa com foto, preço e procedência. O comprador escolhe da tela, vê a peça exata que vai receber, e fecha sem pisar no galpão.

A vitrine. Catálogo com preço, medida e origem de cada chapa.

A chapa aberta. A foto é exatamente a peça que chega na marmoraria.
Foto de celular vira vitrine.
O distribuidor fotografa a chapa no pátio, do jeito que dá, e segue o dia. A plataforma trata, padroniza e publica. Ele não para pra montar catálogo, e mesmo assim a pedra aparece pronta pra vender.


Um destrava o dinheiro preso.
O outro traz dinheiro novo todo mês.
Ganha em todas as pontas.
Entra porque ganha.
Ele compra melhor e leva cashback. Ganha comissão quando o cliente dele fecha pela plataforma. E tem preço de parceiro. Vira seu vendedor na rua, sem folha de pagamento.
Mas o que abre a porta dele não é tecnologia. É o seu nome. Marmorista compra de quem confia.
Onde isso chega.
Cenário conservador, com os números da casa. Negócio leve, que se paga sozinho.
Uma receita que se copia.
Uma sociedade. Eu entro com a plataforma pronta e toco a operação. Você entra com a sua carteira, o seu estoque e o seu nome dando o aval.
Você entra pequeno agora, e decide depois, com o resultado na mão, se quer tudo.
A gente prova na sua casa, leva pra outras regiões, e se um dia você quiser a coisa inteira, a porta já está combinada desde o começo.